O que falo não é para ser falado, então, por que falo? - opressão falha -
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Censurar um programa de TV é admitir que seu sistema não funciona, então você apela para alguma outra coisa. Bater no seu filho também, é admitir para você mesmo e para seu filho que você é um incompetente.
Manter a ordem é necessário! Ordem e progresso! - então não nos faça de saco de pancadas -
Oh, estou sendo tratado como uma criança! - ou seja, estás sendo oprimido por um incompetente -
A censura é tão enraizada na lógica que... bom, usemos um exemplo: jogos, cheats. O cheat não é nada mais do que você jogar seu próprio joguinho para se sentir no mesmo patamar daqueles que você apanha. Usar cheat é admitir para você e para os outros que você não tem capacidade para conseguir realizar um mesmo feito de um ser humano com as mesmas condições suas. Porém, esse não é o maior problema de todos - quando consegues realizar uma ação que qualquer um poderia fazer simplesmente usando um pouco de lógica + habilidade, você é posto no mesmo patamar destes. Um ato humano deixa de ser humano e passa a ser algo impossível de ser realizado por alguém normal. Auto depreciação da raça.
A censura chega até mais em baixo. Ela chega a um momento onde o censurador esquece que a sua vida existe, se tornando assim um parasita maléfico - um bom exemplo é o vírus, que é igual a esse tipo de homo sapiens: se comporta como um cristal, um bagulho inanimado e inútil, apenas com potencial perigoso. Quando acha um hospedeiro - tchan! Sua vida insignificante passa a ter um sentido.
Você que usa cheat, que bate no filho e na mulher, que oprime o irmão mais novo e que parasita pessoas próximas... mude, pelo bem da humanidade.
O que eu vou dizer? Como dizem, só existe quem se aproveita porque alguns idiotas se deixam aproveitar. O que, claro, só é possível porque tem quem quer se aproveitar. Porque é muito mais fácil viver assim.
ResponderExcluirE, se a censura é uma prova da incompetência do sistema, pensemos nela como resultado de um bando de babacas que acreditam que ela não existe. Ou que é benéfica.